POLÍTICA
Projeto que extingue feriados em MS segue sem avanço no Congresso desde março
Proposta busca otimizar dias úteis e minimizar prejuízos econômicos, mas ainda não tem relatoria definida.
30/11/2024
09:00
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O projeto do deputado federal de Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon (PL), que propõe a eliminação dos feriados no Brasil, continua tramitando no Congresso, mas permanece parado desde março, sem previsão de relatoria na Comissão de Cultura.
Protocolada em novembro de 2023 e recebida pela comissão em dezembro, a proposta foi encaminhada para a relatoria do deputado Rubens Otoni (PT-GO) em março deste ano. Otoni, responsável pela relatoria de projeto semelhante apresentado por Beto Pereira (PSDB) em 2019, anunciou sua saída da comissão em abril, o que resultou na devolução do projeto sem manifestação. Desde então, não houve movimentação no processo de Pollon.
A proposta de Pollon, que é semelhante à de Beto Pereira, sugere transferir as comemorações dos feriados para o primeiro domingo subsequente a cada data. Ela também extingue os pontos facultativos nos órgãos públicos, deixando à iniciativa privada a decisão sobre o funcionamento de seus estabelecimentos.
Pollon justificou a proposta destacando os impactos negativos que os feriados causam na economia, com empresas e comércios interrompendo suas atividades. Para ele, a medida ajudaria a manter as operações ativas e otimizar os dias úteis, beneficiando o desenvolvimento econômico e social do país.
Embora o projeto tenha gerado repercussão nas redes sociais, especialmente após Pollon se manifestar contra a escala 6×1 para trabalhadores, ainda não há novos avanços no seu trâmite.
Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.
Leia Também
Leia Mais
EUA dizem que morte de líder do Tren de Aragua reforça ofensiva contra facções
Leia Mais
Eduardo Bolsonaro cobra rompimento com Novo após críticas de Zema a Flávio
Leia Mais
Zema chama caso Master de “caixa de Pandora” e mira Flávio Bolsonaro
Leia Mais
União estável cresce no Brasil, mas casais ainda desconhecem direitos no INSS
Municípios